Quarta-feira, 31 de Dezembro de 2008

Um bom ano para si!



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Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

"O objectivo central das RP é criar e desenvolver palcos (mediáticos ou não), isto é, locais, momentos, conceitos, oportunidades que nos ajudem a transformar a ignorância em conhecimento, a apatia em interesse, o preconceito em aceitação, a hostilidade em compreensão."

Luís Paixão Martins, responsável pela LPM - empresa de conselho em Comunicação e Relações Públicas. Nascida em 1986, é uma das empresas de referência em Portugal.



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Segunda-feira, 29 de Dezembro de 2008

Marcavam os relógios vinte horas e quinze minutos, quando o nosso Presidente da República, Cavaco Silva, falou ao país.

Podia ter sido às 14, 15, 16, 17 horas..., mas não foi. Cavaco Silva escolheu a hora que escolheu, porque sabe que precisa dos media.

Dando apenas passagem a Israel e ao Hamas (doutra forma, a sua comunicação seria logo a abrir as notícias da noite), o Presidente da República mostra, como sempre o fez enquanto político no activo, que a Comunicação Social não é desprezível.

Cavaco, sabe que não pode deixar de se sujeitar às regras da comunicação actuais. É certo que nunca como agora tivemos um Presidente tão na vanguarda das novas tecnologias. Mas daí até prescindir por completo das TVs para fazer passar a sua mensagem, ainda vai uma distância.

 

Por isso, não se compreendem certas manifestações de desprezo e de irascibilidade para com os media, vindas de alguns políticos ou partidos. Assim, como não se entendem os frequentes comentários pouco abonatórios para com as Agências de Comunicação.

Não sejamos ingénuos: todos precisam da Comunicação Social e talvez já todos tenham, nalgum momento, solicitado ajuda a uma Agência ou especialista em Comunicação.

 

As Agências ou Consultores, mais não fazem do que ajudar os políticos no relacionamento com os seus diversos públicos (onde se incluem os media). Discretos? Sim, sem dúvida. Poucas são as declarações de Fernando Lima, assessor de Cavaco para a Comunicação. Mas onde está Cavaco, ele está por trás. Faz o seu trabalho como poucos.

Utilizar os serviços das Agências de Comunicação (ou Consultores), não pode ser entendido como uma fraqueza. Cavaco Silva, experiente como é, sabe isso.

 

Os políticos precisam de passar mensagens. Ponto.

A Comunicação Social precisa das mensagens dos políticos. Ponto.

As Agências de Comunicação ajudam nesse relacionamento. Ponto.

São interesses distintos, mas que se cruzam.

 

Políticos e jornalistas precisam de se conhecer melhor. Isso leva tempo, é certo.

A aproximação tem que ser recíproca.

Com cedências de parte a parte, também é verdade.

 

Agora, por favor, não diabolizem a Comunicação Social! Nem tão pouco, diminuam o importante papel das Agências de Comunicação.

 

A seu tempo, voltaremos ao tema.

 



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Sexta-feira, 26 de Dezembro de 2008

"Numa iniciativa inédita, dois orgãos de comunicação social local de Viana do Castelo uniram-se para realizar um programa único sobre "o que há de melhor" nas quarenta freguesias do concelho, de que resultarão, a cada emissão, dois suportes diferentes, para rádio e para televisão. A iniciativa partiu da Geice FM, emissora de maior dimensão da região, que se associou à Televisão Independente de Viana do Castelo, com o apoio da Câmara Municipal.

Com duração de duas horas, o programa Gente de Viana do Castelo é gravado semanalmente, ao vivo, em cada uma das freguesias do concelho e decorrerá até Junho de 2009. Desde o poder autárquico local aos ranchos folclóricos ou bandas de música de cada freguesia, o lote de convidados de cada programa vai ainda mais longe ao "chamar" também outras personalidades da terra, algumas desconhecidas.

"Pretendemos mostrar tudo o que há de bom em cada uma destas terras", explicou ao DN Rubina Jassat, jornalista da Geice FM e coordenadora do programa, o qual pretende ainda divulgar as actividades das associações culturais, desportivas e de solidariedade das quarenta freguesias.

(...)

"É um trabalho difícil de produzir porque estamos a desenvolver um produto que, na sua base, será utilizado em meios tão diferentes como é a rádio e a televisão. Há alguns cuidados que temos de ter", sustenta Rubina Jassat. Segundo dados divulgados pela estação, nas primeiras semanas de gravação, o programa Gente de Viana do Castelo já percorreu as primeiras três freguesias entrevistando mais de 40 convidados."

DN - hoje.

 

São pistas para a Comunicação Social de Abrantes.

Em tempo de crise, a criatividade e as sinergias são fontes inspiradoras.

Todos teríamos a ganhar.



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Quinta-feira, 25 de Dezembro de 2008

Nelson de Carvalho, presidente da autarquia abrantina, deu uma entrevista de fundo ao jornal Primeira Linha, por ocasião dos 15 anos de poder socialista em Abrantes.

 

Mais do que a síntese da entrevista, o que se transcreve a seguir, tem o peso certo de quem tem que apontar ao futuro, mas com 15 anos de histórico:

"Importa evocar os percursos e o que se fez, mas na justa medida em que temos de ter diante de nós a consciência do que está por fazer. Se durante 15 anos o PS foi em Abrantes, de modo muito assertivo, responsável pela gestão do município e fez o que fez, tem de encontrar nesse passado a inspiração para se re-projectar permanentemente no futuro, para reconstruir projectos e protagonistas de modo a reforçar a responsabilidade que tem perante a comunidade e para ter razões para continuar a pedir a confiança que tem gozado junto dos abrantinos."

 

"O que está por fazer", "re-projectar", "reconstruir projectos e protagonistas" são, pois, olhares em frente; q.b., para esta altura. Falta, mais à frente, materializar esta postura no suplemento vitamínico necessário, capaz de justificar uma nova motivação na equipa (seja ela qual for).

 

Mais duas notas:

- A governação social-democrata na autarquia foi "absolutamente desastrosa";

- "O PS vai continuar a apostar no planeamento estratégico e a apresentar uma visão de futuro para o concelho, traduzindo-a, na Câmara, pela elaboração dos documentos necessários, seja através do Plano Municipal de Ordenamento do Território, do Plano Estratégico da Cidade, da Agenda Local 21 ou do Plano Estratégico de Marketing Territorial, único no País. Estes são documentos importantes para uma autarquia que sabe o que quer e que sabe para onde vai."

 

Passo à frente da primeira nota. É política pura e ainda é cedo para essa matéria.

Relativamente à segunda, importa referir que sou adepto do planeamento, por oposição ao "navegar à vista".

Contudo, o planeamento impõe uma grande eficácia na comunicação.

Com maior frequência é preciso explicar as não evidências, ou seja, que aquilo que se semeia agora, não pode ser colhido no imediato. Que aquilo que fazemos agora (todos), é a base para os nossos filhos. Que os resultados não são para já. Que não estamos a trabalhar para nós!

A tal "listeca de obras" de que fala Nelson de Carvalho, por oposição ao planeamento é, quiçá, o caminho mais curto (e o mais popular), mas não é de todo o melhor caminho.

 

Acho, por isso, que o que estará em jogo nas próximas eleições autárquicas, também é o julgamento da comunicação.

 

Se parte do que se faz não é para agora, terá sido:

1º - comunicado?

2º - bem comunicado?

3º - com envolvimento dos principais interessados (são eles, sempre, os principais porta-vozes das medidas de médio/longo prazo)?

4º - sistematicamente monitorizado?

5º - re-comunicado, caso existam novos dados?

 

Os eleitores votarão com base na percepção que foram formando.

O dever de informação, de prestar contas, sempre foi apreciado!

 

Se a comunicação foi eficaz, irá certamente atenuar uma campanha que se irá centrar - não tenho dúvidas -, na dicotomia entre o planeamento, muitas vezes associado às obras, aos alicerces (médio/longo prazo) e as pessoas, o imediato, o urgente (curto prazo).

 

O momento da comunicação passa rápido e nunca volta atrás.

 



publicado por notasdeabrantes às 18:17 | link do post | comentar | favorito

Domingo, 21 de Dezembro de 2008

"Um pedido à autarquia é a reparação do recinto e caiação dos muros da Capela de S. José e os ecopontos aguardam muito tempo para ser despejados."

25 de Dezembro de 2003

 

"Mais uma morte na malfadada Estrada 118, dentro da freguesia (...).

Para quando a colocação de semáforos? Apesar deste assunto ser noticiado na imprensa regional e apresentado na Assembleia de Freguesia, não é encarado pelo Instituto de Estradas, nem pela Autarquia apesar do movimento caótico em certos períodos. (...) Um dos deveres das autarquias é o saber ouvir e interpretar e dar satisfação aos problemas dos munícipes."

29 de Abril de 2004

 

"Realizou-se o Passeio convívio anual organizado pela Junta de Freguesia, no passado dia 25 de Junho. (...) Tudo correu dentro da normalidade. Parabéns à Junta de Freguesia."

22 de Julho de 2005

 

"Felizmente a Sociedade Instrução Musical Rossiense viu a luz verde ao fundo do túnel. A sua crise está ultrapassada. No passado dia 27 de Janeiro, a nova Direcção tomou posse. (...) A Sociedade não pode sobreviver com a quotização que tem. Eu como sócio já aumentei a quota e apelo aos restantes sócios, sobretudo àqueles que o podem fazer, que o façam também, para que a cultura seja uma realidade no futuro."

3 de Fevereiro de 2006

 

"Felizmente a Rua dos Marmeleiros, lado nascente, vai ser reparada, assim como a sua valeta. Esta Rua aguarda a reparação desde 1993. Costuma-se dizer "mais vale tarde do que nunca" e é o que vai acontecer. Espero que assim aconteça na Vala do Ricães, que aguarda há anos a abertura, para bem do lado nascente do Rossio."

13 de Abril de 2007

 

"Realizou-se no dia 30 de Setembro, a 3ª Assembleia de Freguesia (...). Estiveram presentes quatro munícipes. Um foi o colaborador do nosso jornal, o único que interveio no ponto 4. (...) Foi também chamada a atenção sobre o terreno municipal junto ao rio tejo, em que estão despejando electrodomésticos de grande dimensão. (...) Por último agradeceu ao Executivo o auxílio às colectividades locais."

17 de Outubro de 2008

 

Numa altura em que a maior parte dos políticos começa a fazer o giro pelas freguesias, porque as eleições começam a estar na ordem do dia, lembrei-me do Sr. Ricardo Silva.

O Sr. Ricardo Silva, reside no Rossio ao Sul do Tejo, e é colaborador do Jornal Nova Aliança.

Com regularidade, habituei-me a estar ao corrente das notícias dessa freguesia, pela pena deste senhor.

Sem ofender ninguém (pessoas ou instituições), sempre soube chamar a atenção quando se justificava, mas também a elogiar e agradecer, quando chegava esse momento.

Os excertos acima, propositadamente um por cada ano, são a prova de que o que move o Sr. Ricardo Silva, é o amor à terra onde vive. Não são outros interesses, para além desse amor genuíno. A sua idade e saúde já não o permitem.

Quando teremos políticos deste quilate?

Com opinião regular, com sugestões, críticas, mas também elogios?

Cujo único interesse seja o amor à sua terra?

Nos próximos meses, com o aproximar da campanha, irei lembrar-me com frequência dos poucos Ricardos Silvas, que abominam a política. Para quem não existe esquerda e direita, vermelho, laranja ou azul, mas sim apenas munícipes, que existem para além das eleições.

Força Sr. Ricardo Silva! Parabéns ao Jornal Nova Aliança, por ter a coragem de ter um colaborador como este.



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Terça-feira, 16 de Dezembro de 2008

"Pode enganar-se toda a gente uma vez,

Pode enganar-se sempre uma pessoa,

Mas não se pode enganar sempre toda a gente."

 

Por isso, aqui vão umas ajudas para os candidatos autárquicos em Abrantes:

 

A

Alternativa

Atitude

Audácia

Autoridade

 

C

Capacidade

Coesão

Competência

Convicção

Coragem

Credibilidade

 

D

Dinamismo

 

E

Equipa

Esperança

Estabilidade

 

F

Firmeza

Futuro

 

H

Honestidade

 

I

Integridade

Inteligência

 

L

Liderança

 

M

Moderação

Motivação

Mudança

 

O

Ousadia

 

R

Realismo

Reputação

 

S

Segurança

Seriedade

 

T

Transparência

 

U

Unidade

 

V

Verticalidade

 

 

O slogan, como simplificação do real, deve valer bem para lá das eleições.

E como é tão fácil o esquecimento...



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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008

"Sempre que surge uma notícia que não agrada a um clube de futebol, este veda a entrada às suas conferências de imprensa e até a jogos ao meio de comunicação que a publicou. O Benfica e o FC Porto têm estado no centro da polémica, estando agora a ser criticados pelo regulador dos media."

DN - hoje.

 

É sempre mais fácil "matar" o mensageiro.



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Domingo, 7 de Dezembro de 2008

Facto 1 - em declarações ao jornal O Ribatejo (edição do dia 9 de Maio), Fernando Pires, actual presidente da Junta de Freguesia do Tramagal, admite não se recandidatar nas próximas eleições autárquicas. "O Tramagal precisa de gente jovem, que possa imprimir outro andamento", afirmou.

 

Facto 2 - Em dois posts colocados no blog de candidatura de Santana-Maia Leonardo (4 e 18 de Novembro, respectivamente), torna-se evidente uma aposta clara por esta freguesia.

 

Facto 3 - O jantar comemorativo dos 15 anos do projecto autárquico socialista, liderado por Nelson de Carvalho, a ocorrer no próximo dia 13 de Dezembro, vai realizar-se onde?

No Tramagal, pois então!

 

...como as peças se movem, em aparente conexão.

 



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Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

Qualquer decisão implica uma escolha.

Uma escolha pressupõe mais do que um caminho.

Qualquer caminho tem adeptos.

Por vezes, os adeptos ficam descontentes. Se o caminho escolhido foi outro.

A escolha deveria ter por base a discussão.

Discutir para melhor decidir, deveria ser (sempre) o lema.

A discussão para uma melhor decisão, procura o consenso. O consenso mais alargado possível, sem deixar de ser uma decisão. E, por isso, com adeptos descontentes.

A ser tudo isto verdade, compreende-se mal a recente reunião do secretário-geral do PS com professores simpatizantes do partido, por um lado, e a participação da ministra da Educação na Convenção Nacional da JS, realizada ontem, por outro.

Tanto um gesto como outro, fariam sentido, mas não agora.

A acção está certa, mas no tempo errado.

Agora, discutir para decidir, soa a reunir para justificar.

O que, de todo em todo, não cai bem!

 



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