Terça-feira, 24 de Fevereiro de 2009

"Li Kafka muito depois da Fenomenologia do Ser, de Sartre. Li Voltaire muito mais cedo do que consegui ler Camilo ou Eça."

Declaração do social-democrata Pedro Passos Coelho, à revista Pública. Domingo.

 

Acontece que, como fez questão de alertar o seu colega de partido Pacheco Pereira, A Fenomenologia do Ser, de Sartre... não existe.

 

Depois dos concertos para violino de Chopin, referidos por Santana Lopes ou A Utopia, de Thomas Mann, que esteve na cabeceira de Cavaco Silva, agora também foi a vez de Passos Coelho referir algo que só ele mesmo conhece.

 

Quando nesta altura, por via das eleições que se aproximam, os políticos estão mais expostos - via comunicação social -, estes pequenos deslizes podem provocar danos.

 

Entre o atirar com nomes para impressionar, prefiro a assunção da ignorância. É próprio do ser humano, que se enriquece aprendendo. Ao longo do tempo.

 

Não tenham medo de dizer que não sabem.



publicado por notasdeabrantes às 15:24 | link do post | comentar | favorito

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